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04fev 2014

Dicas de Beleza

Plástica de mamas X cicatriz

Diminuir, aumentar ou dar um up nos seios é o sonho de muitas mulheres. Mas a realização deste desejo sempre deixará algum tipo de marca. Apesar da medicina preconizar a adoção de técnicas com a menor cicatriz possível e de boa qualidade, somente durante a consulta médica será possível prever como ela ficará.

plástica de mamas

As técnicas para resgatar a beleza das mamas são variadas e cada vez mais pessoas recorrem aos especialistas na busca por um contorno mais bonito, feminino e jovial. No entanto, muitas vezes, este desejo acaba ficando de lado por medo da cicatriz que este tipo de cirurgia deixará no corpo. Para que o procedimento seja um sucesso, e o resultado se torne visível apenas aonde deve ser, paciente e médico devem conversar claramente sobre as técnicas disponíveis e adequadas para cada caso e para a realização da transformação.
“Apesar da preferência da paciente ser importante, uma série de fatores precisa ser avaliada pelo médico para determinar o que é possível ou não. Dentro das possibilidades reais é que a escolha da técnica deverá ser feita, de modo que a marca fique o mais escondida ou disfarçada”, explica Márcio Castan, cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e pós-graduado em Dermatocosmiatria.
Vale lembrar que cuidados especiais durante e após a operação otimizam o processo de cicatrização e, consequentemente, a qualidade da cicatriz, tornando-a praticamente imperceptível, na maioria dos casos. Portanto, seguir todas as orientações médicas no pós-operatório é de vital importância.

Conheça as técnicas utilizadas em plásticas disponíveis e as possibilidades de cada uma delas

MAMOPLASTIA REDUTORA
INDICAÇÃO – reduzir o volume mamário, elevar a aréola e restaurar a forma e o tamanho da mama.
AVALIAÇÃO – volume e formato dos seios, posição da aréola, elasticidade da pele, intensidade da queda mamária.
TÉCNICAS – o excesso de tecido mamário é retirado, basicamente, por incisão vertical da mama. Em alguns casos, é possível associar a lipoaspiração na região que fica situada debaixo dos braços. Na maioria dos casos a cicatriz será uma associação entre vertical e horizontal, como uma âncora ou T invertido. Porém, existem alguns casos nos quais a cicatriz pode ficar apenas ao redor da aréola. Entretanto, cada caso deve ser analisado individualmente:
Cicatriz na aréola e verticalmente até o sulco mamário inferior (dobra natural da pele que fica na base da mama).
Cicatriz na aréola e verticalmente até o sulco mamário e no sulco mamário inferior (formato chamado de T invertido).
Cicatriz na aréola e verticalmente até o sulco mamário e poucos centímetros no sulco mamário, apenas de um lado (formato chamado de L).
Cicatriz na aréola exclusivamente.
MAMOPLASTIA DE AUMENTO
INDICAÇÃO: aumentar volume e projeção das mamas, corrigir assimetrias de volume e posição do sulco mamário inferior (situação na qual os seios têm posições e tamanhos diferentes). Em ambos os casos são utilizadas próteses de silicone para obtenção dos resultados desejados.

AVALIAÇÃO: volume desejado, estrutura e dimensões do tórax, tipo de pele/glândula, espessura da pele, largura/projeção/altura da mama.

TÉCNICAS: o implante de silicone pode ser colocado por várias vias e esta escolha é que resultará aonde ficará a cicatriz:
Axilar – a cicatriz ficará situada num sulco natural de pele da própria região.
Sulco mamário inferior – a cicatriz ficará escondida na parte de baixo da mama.
Periareolar – a cicatriz ficará na transição da parte externa da aréola com a pele.
Umbilical – pouco usada pela maioria dos médicos porque há dificuldade no controle do sangramento e pelo resultado estético questionável, pois a técnica é indicada para utilização de prótese salina, que é colocada vazia no local onde ficará e inchada posteriormente.
MASTOPEXIA

INDICAÇÃO: remodelar, levantar e restaurar o contorno e a firmeza da mama.

AVALIAÇÃO: tamanho, formato e qualidade da pele.

TÉCNICA: durante a cirurgia o tecido mamário é remodelado artisticamente, com retirada do excesso de pele, bem como a aréola, cujo diâmetro pode ser reduzido no mesmo procedimento. Em alguns casos pode-se associar a inclusão de implante de silicone para aumentar o volume ou trazer a sensação de uma textura mamária mais firme.
Cicatriz na aréola e verticalmente até o sulco mamário (dobra natural da pele que fica na base da mama).
Cicatriz na aréola e verticalmente até o sulco mamário e no sulco mamário (formato chamado de T invertido).
Cicatriz na aréola e verticalmente até o sulco mamário e poucos centímetros no sulco mamário, apenas de um lado (formato chamado de L).

ELES TAMBÉM PRECISAM

Os homens também podem apresentar aumento excessivo do tecido mamário ou gorduroso, fato que desencadeia constrangimento e afeta a qualidade de vida, pois faz, muitas vezes, com que a pessoa evite o convívio social. Chamado de ginecomastia, o problema tem solução cirúrgica.
INDICAÇÃO – retirada de tecido mamário ou gorduroso no homem.

AVALIAÇÃO – o médico deverá diagnosticar as causas do problema, que pode ser decorrente de alteração hormonal, testicular, da glândula pituitária ou da adrenal. Também pode ser consequência de cirrose do fígado, desnutrição, trauma da mama, tumores, alterações do rim, uso crônico de esteróides etc. Por ter tantas possíveis causas, às vezes, é necessário o acompanhamento de especialistas de outras áreas.
TÉCNICAS – são possíveis as seguintes opções cirúrgicas:
Lipoescultura local com cicatriz na aréola– realizada em casos em que a mama é decorrente de acúmulo gorduroso, ideal para ginecomastia gordurosa discreta.
Lipoescultura local com cicatriz na parte inferior da aréola – realizada em pacientes com moderado volume de gordura e tecido mamário sem excesso de pele.
Lipoescultura local com cicatriz na mama (em ômega) e aréola – em situações em que existe mama de grande volume, com excesso de pele. É comum em pacientes pós-grande perda de peso. Se necessário, o tamanho da aréola pode ser reduzido.

Fonte: Dr. Márcio Castan, cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e pós-graduado em Dermatocosmiatria.

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